Levantamento realizado com eleitores da Bahia indica vantagem consistente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos cenários projetados para a eleição presidencial de 2026. Os dados são da Futura Inteligência, instituto de pesquisa da Apex Partners, e mostram o petista à frente tanto nas simulações de primeiro turno quanto nas projeções de segundo turno. No primeiro cenário estimulado, Lula aparece com 49,9% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 28,6%. Na sequência, surgem Ronaldo Caiado, com 5,2%, e Romeu Zema, com 1,2%. Outros nomes pontuam abaixo de 1%, como Augusto Cury e Renan Santos, ambos com 0,9%, Cabo Daciolo com 0,5% e Aldo Rebelo com 0,3%. Brancos, nulos e eleitores que não escolheriam nenhum candidato somam 7,4%, enquanto 5,0% se declaram indecisos.



Em um segundo cenário, Lula registra 46,4%, mantendo a liderança, enquanto Flávio Bolsonaro permanece com 28,6%. Ronaldo Caiado cresce para 8,0%, seguido por indecisos (5,4%) e brancos e nulos (5,2%). Renan Santos aparece com 2,4%, Augusto Cury com 1,9%, Cabo Daciolo com 1,6% e Aldo Rebelo com 0,6%. Nas simulações de segundo turno, Lula amplia a vantagem sobre os adversários. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente alcança 57,0% das intenções de voto, ante 33,7% do oponente. No confronto com Ronaldo Caiado, Lula tem 55,0%, contra 31,1%. Já diante de Romeu Zema, o petista soma 56,7%, enquanto o adversário registra 28,6%. Em todos os cenários, o percentual de brancos e nulos varia entre 6,8% e 11,6%.

O levantamento também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Flávio Bolsonaro lidera nesse quesito, com 52,5% dos entrevistados afirmando que não votariam nele em hipótese alguma. Lula aparece com 34,8% de rejeição. Na sequência estão Ronaldo Caiado (16,5%), Cabo Daciolo (16,2%), Renan Santos (14,7%), Romeu Zema (13,2%), Augusto Cury (11,9%) e Aldo Rebelo (10,9%). A pesquisa, registrada sob o número 03135/2026, ouviu mil eleitores com 16 anos ou mais em 231 municípios baianos, entre os dias 14 e 16 de abril de 2026. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com índice de confiança de 95%.
















