
O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues, participou nesta terça-feira, 15, de uma caminhada cultural em Salvador ao lado da ministra da Cultura, Margareth Menezes. O ato reuniu fanfarras, bandas e representantes do setor cultural e integrou a agenda de campanha do candidato. Durante a caminhada, Jerônimo defendeu a ampliação das políticas culturais para os municípios baianos e destacou a geração de trabalho e renda associada ao setor. “A cultura da Bahia é uma das maiores forças do nosso estado. É a nossa identidade, é trabalho, é renda, é oportunidade. E o nosso compromisso é fazer essa política chegar a todos os municípios, valorizar quem produz cultura e garantir que artistas, trabalhadores e fazedores de cultura tenham cada vez mais espaço e apoio”, afirmou.


A ministra Margareth Menezes esteve em Salvador nesta terça para participar também da abertura do Seminário Regional Nordeste do Programa Nacional dos Comitês de Cultura, realizado no Cine Glauber Rocha. A programação do evento segue até quinta-feira, 17, com atividades na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Na caminhada, Jerônimo apresentou como compromissos de campanha ações voltadas à formação de artistas e trabalhadores da cultura, ao fortalecimento de equipamentos culturais e à ampliação de iniciativas de geração de emprego e renda. “Quando a gente fala de cultura, a gente está falando de identidade, mas também está falando de oportunidade, de emprego e de renda. A Bahia tem uma potência cultural enorme e o nosso papel é garantir que essa força esteja presente em todos os territórios, valorizando quem faz cultura e levando investimento para quem precisa”, declarou.

Durante o discurso, Jerônimo também fez referência à extinção do Ministério da Cultura durante o governo de Jair Bolsonaro e atribuiu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a retomada das políticas culturais em âmbito federal. “No governo passado, acabaram com o Ministério da Cultura, mas ninguém acaba com a cultura quando acaba com o ministério. A cultura permaneceu viva. Foi preciso que Lula voltasse, que Margareth assumisse ministério, para nós darmos voz à cultura”, afirmou. Margareth Menezes ocupa atualmente o cargo de ministra da Cultura. Antes de assumir a pasta, a artista também fundou, em Salvador, a Associação Fábrica Cultural, organização que atua nas áreas de cultura, educação e sustentabilidade.















