FOTO ILUSTRATIVA – ARQ. RGBAHIA
“Haja paciência, não dá mais para aguentar, somos pais de
família e a situação está ficando insustentável! Estamos há 90 dias, três meses
sem ver a cor do dinheiro e quando vamos reclamar ainda ouvimos desaforos e
ameaças.”
Esse
desabafo, foi feito ao RGBAHIA,
por um proprietário de um dos veículos locados pela empresa terceirizada que
ganhou a licitação e é responsável pelos carros, (ônibus, micro ônibus e vans) que fazem o transporte escolar no Município de Macarani. O proprietário do veículo, que temendo
perseguição pediu para não ser identificado na matéria, informou que se o
problema não for resolvido eles já notificaram o proprietário da empresa que
irão suspender as atividades e estacionar os veículos em frente a Prefeitura.
desabafo, foi feito ao RGBAHIA,
por um proprietário de um dos veículos locados pela empresa terceirizada que
ganhou a licitação e é responsável pelos carros, (ônibus, micro ônibus e vans) que fazem o transporte escolar no Município de Macarani. O proprietário do veículo, que temendo
perseguição pediu para não ser identificado na matéria, informou que se o
problema não for resolvido eles já notificaram o proprietário da empresa que
irão suspender as atividades e estacionar os veículos em frente a Prefeitura.
“São três meses nesta situação, e quando perguntamos ao
proprietário da empresa ele nos informa que está também com a corda no pescoço,
e que todo mês envia a nota fiscal de serviços prestados com o relatório de
atividades, mas não recebe e não tem como pagar do próprio bolso! É absurdo e é
desumano para com a gente que é pai de família!” Desabafa o desesperado proprietário do veículo.
proprietário da empresa ele nos informa que está também com a corda no pescoço,
e que todo mês envia a nota fiscal de serviços prestados com o relatório de
atividades, mas não recebe e não tem como pagar do próprio bolso! É absurdo e é
desumano para com a gente que é pai de família!” Desabafa o desesperado proprietário do veículo.
Situação
difícil então, estão os trabalhadores
contratados, que além de estarem sem receber, ganham apenas o salário mínimo e já estão vivendo da
caridade de algumas pessoas bondosas que as vezes minimizam a situação com a
doação de uma cesta básica. “Eu tenho um cliente da minha loja, que está em dívida comigo,
e esta semana me procurou dizendo que não poderia pagar sua conta. A situação
me comoveu tanto, que mesmo ele estando me devendo, eu fui ao mercado, fiz
algumas compras, montei uma cesta básica e entreguei a ele. Que tempos são
esses pelo amor de Deus?”
difícil então, estão os trabalhadores
contratados, que além de estarem sem receber, ganham apenas o salário mínimo e já estão vivendo da
caridade de algumas pessoas bondosas que as vezes minimizam a situação com a
doação de uma cesta básica. “Eu tenho um cliente da minha loja, que está em dívida comigo,
e esta semana me procurou dizendo que não poderia pagar sua conta. A situação
me comoveu tanto, que mesmo ele estando me devendo, eu fui ao mercado, fiz
algumas compras, montei uma cesta básica e entreguei a ele. Que tempos são
esses pelo amor de Deus?”
Esse
texto é parte de uma conversa em um grupo do WhatsApp, onde um pequeno
empresário que votou e fez campanha para o Prefeito
Miller Ferraz, faz uma troca de diálogo com outro empresário que
também lamenta a situação que afeta todo o comércio responsável pela economia local.
texto é parte de uma conversa em um grupo do WhatsApp, onde um pequeno
empresário que votou e fez campanha para o Prefeito
Miller Ferraz, faz uma troca de diálogo com outro empresário que
também lamenta a situação que afeta todo o comércio responsável pela economia local.
E a situação pode ficar pior, em novembro os contratados terão que ser dispensados por conta da LRF (Lei De Responsabilidade Fiscal). E como vão ser dispensados se não receberem o que a Prefeitura lhes deve?