Na segunda-feira (14/7), no Salão , Donald Trump falou em tom duro e anuncioOvalu novos envios de armas americanas à Ucrânia, financiados por governos europeus.
O presidente dos Estados Unidos também ameaçou impor novas tarifas que, se aplicadas, afetariam gravemente o orçamento de guerra da Rússia. Como reagiu a bolsa de valores em Moscou? Subiu 2,7%. Isso porque a Rússia esperava sanções ainda mais severas por parte do presidente Trump.


“Rússia e Estados Unidos caminham para uma nova rodada de confrontos por causa da Ucrânia”, alertou a edição de segunda-feira do tabloide Moskovsky Komsomolets.

“A surpresa de Trump na segunda-feira não será agradável para o nosso país.” De fato, o anúncio não foi “agradável”. Mas a Rússia, por exemplo, se sentirá aliviada pelo fato de que as tarifas secundárias contra seus parceiros comerciais só entrarão em vigor daqui a 50 dias.
Quando retornou à Casa Branca, em janeiro, Trump fez do fim da guerra na Ucrânia uma de suas prioridades na política externa. Durante meses, a resposta de Moscou foi: “Sim, mas…” Sim, disse a Rússia em março, ao receber com entusiasmo a proposta do presidente Trump por um cessar-fogo. Mas, acrescentou, era necessário que cessasse primeiro o apoio militar e o intercâmbio de inteligência entre o Ocidente e Kiev, assim como a mobilização militar ucraniana.
















