ARRASTÃO DA POLÍCIA – Onze mandados de prisão temporária são cumpridos pelas Polícias Civil e Militar.
Onze mandados de prisão temporária foram cumpridos nesta quarta-feira (18), por equipes da 24ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), com apoio da Rondesp Meio Oeste, da 38ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) e das Cipes Cerrado e Sudoeste. Os investigados integram uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, homicídios, roubos, entre outros delitos, na região do município de Bom Jesus da Lapa.
Onze criminosos foram presos, entre eles dois que estão custodiados na unidade prisional de Brumado. Durante os cumprimentos em Bom Jesus da Lapa, um traficante resistiu à prisão, acabou ferido e não resistiu. Aparelhos eletrônicos, veículos, dinheiro, além de grande quantidade de maconha, foram apreendidos durante a operação conjunta.


RÉU CONFESSO – Homem confessa assassinato da companheira.
Na manhã desta quarta-feira (18), os moradores de Itabuna foram abalados por um crime brutal. Henrique Alves Galvão se apresentou à Polícia Civil e confessou ter estrangulado sua companheira, Marineide dos Santos Fernandes, de 45 anos, no quarto do casalHenrique relatou que o crime ocorreu por volta da 1h da madrugada, após uma discussão com Marineide.
Ele admitiu estar sob efeito de cocaína no momento do ato e informou que dormiu ao lado do corpo. Por volta das 7h30 da manhã, Henrique pegou um táxi no bairro São Pedro, onde o crime foi cometido, e dirigiu-se à delegacia para confessar e se entregar. Acompanhado por agentes da Polícia Civil, Henrique levou os policiais até a residência do casal, na rua Teresópolis. No local, a delegada Magda Sueli, titular da Delegacia de Homicídios de Itabuna, confirmou a veracidade dos fatos relatados por Henrique e deu voz de prisão ao acusado.
A comunidade local ficou revoltada com a brutalidade do crime. Marineide era conhecida como uma pessoa trabalhadora e querida por todos. Alguns moradores relataram que já haviam aconselhado a vítima a se separar de Henrique, devido às frequentes marcas de agressão que ela apresentava.
Marineide era membro ativo de uma igreja evangélica no bairro e havia convencido Henrique a frequentar os cultos há cerca de dois meses. No entanto, vizinhos sempre alertaram sobre o comportamento violento de Henrique, que já tinha histórico de uso de drogas e passagens pela polícia. Marineide deixa dois filhos de um relacionamento anterior.



















