A greve das empregadas e empregados da Caixa chegou ao sexto dia nesta terça-feira (15) com forte mobilização em São Paulo e em diferentes regiões do país. Em São Paulo, o destaque foi o ato realizado na Avenida Paulista, que reuniu mais de 700 pessoas, segundo as autoridades locais. A mobilização foi tão expressiva que foi necessário o bloqueio de uma faixa da avenida para a realização do protesto. A manifestação reforçou a disposição da categoria em manter a greve e pressionar a direção da Caixa pela retomada de uma negociação que assegure os direitos e benefícios conquistados pelos trabalhadores.



Além da manifestação na Paulista, atos e mobilizações também foram realizados em outros pontos do Estado de São Paulo, demonstrando a força do movimento e a adesão dos empregados da Caixa à greve. Para a presidenta da Apcef/SP, Vivian Sá, a mobilização demonstra que os empregados estão unidos e dispostos a defender seus direitos: “O que estamos vendo em São Paulo é uma demonstração muito forte da disposição dos empregados da Caixa para lutar. O ato na Paulista mostra que a categoria está mobilizada e sabe que este é o momento de defender seus direitos, o Saúde Caixa e um acordo coletivo que respeite os trabalhadores. A greve é uma resposta à postura da direção do banco e, também, um chamado para que a apresente uma proposta decente.”

O diretor da Apcef/SP André Sardão também destacou a importância da participação dos empregados para fortalecer a negociação e impedir retrocessos: “A força da greve está justamente na capacidade de mobilização dos trabalhadores. Em São Paulo tivemos atos em diferentes locais, mostrando que os empregados estão atentos e não aceitam a retirada de direitos. Precisamos manter a unidade e a mobilização para que a Caixa compreenda que não haverá avanço nas negociações sem respeito aos trabalhadores.”
















