A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva (Rede), afirmou nesta 5ª feira (5.mar.2026) que a “única” certeza que tem para as eleições deste ano é que não será candidata a deputada federal. A declaração foi dada a jornalistas antes de uma palestra para alunos da Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo. “A única coisa que eu tenho certeza é que eu não vou ser candidata a deputada federal e que estou aberta para ajudar a construir as melhores possibilidades para o bem da democracia e da civilização aqui em São Paulo”, afirmou. Marina foi eleita deputada federal por São Paulo em 2022, mas deixou o mandato para assumir o ministério no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).



A ministra, cotada para disputar o Senado por São Paulo, elogiou nomes que considera qualificados para a eleição. Entre os citados estão o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), o ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) e a ministra do Planejamento Simone Tebet (MDB). “Que bom que temos excelentes quadros. Temos o Alckmin, a Simone, temos o Haddad, temos o Márcio França”, disse. As definições sobre as candidaturas ao Senado e ao governo paulista ainda estão em aberto entre partidos da base do governo Lula. Questionada se pode continuar como ministra em um eventual novo mandato do presidente, Marina afirmou que recebeu de Lula a missão de conduzir a agenda ambiental a partir de 2023. Disse considerar positivos os resultados obtidos até agora e afirmou que a decisão sobre a equipe caberá ao presidente.
A nova pesquisa Datafolha sobre a eleição presidencial não foi divulgada nesta quinta-feira, 5, como sugeria o registro publicado no Tribunal Superior Eleitoral (veja reprodução abaixo). O levantamento, que ainda está sendo feito em campo com os eleitores, só será entregue nesta sexta-feira à redação do jornal Folha de S. Paulo, que é o contratante da pesquisa. A pesquisa começou a ser feita na terça-feira, 3, e terminou nesta quinta-feira. foram ouvidas 2.004 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal. Segundo a VEJA apurou, a data que aparece no site do TSE é gerada automaticamente e não significa que será o dia efetivo da divulgação, que depende sempre do contratante do levantamento.
















