“Devemos aguardar o que os Estados Unidos vão fazer amanhã. E aí, sim, depois de ter conhecimento das medidas, o Brasil vai decidir. Nós temos o dever de proteger e fortalecer a economia brasileira. As empresas que trabalham aqui exportam, têm comércio exterior. O relacionamento com os Estados Unidos é importante, porque, embora a gente compre mais deles do que eles de nós, é para onde a gente vende mais produto de valor agregado”, destacou Alckmin a jornalistas.
Na véspera de o presidente dos EUA, Donald Trump, apresentar suas “tarifas recíprocas” — o anúncio está marcado para hoje na Casa Branca —, o governo Lula atua em várias frentes na tentativa de minimizar os danos para empresas brasileiras que exportam para a maior economia do mundo. O Brasil está na mira da Casa Branca. Anteontem, o etanol brasileiro foi citado em um relatório do governo americano como exemplo de relação comercial injusta com os EUA, já que o similar americano paga taxa mais alta no Brasil que vice-versa. Outras queixas também aparecem no texto.