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GERAL BAHIA

COMER PICANHA TÁ OSSO! Cesta básica sobe em todas as 27 capitais pela 2ª vez seguida, diz Dieese.

O custo dos alimentos essenciais aumentou em todas as 27 capitais pesquisadas em março e abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A pesquisa do Dieese registrou aumento pela segunda leitura consecutiva. As maiores elevações mensais foram registradas em Porto Velho (5,60%), Fortaleza (5,46%), Cuiabá (4,97%), Boa Vista (4,36%), Rio Branco (4,05%) e Teresina (4,02%). De acordo com o Dieese, São Paulo apresentou o maior valor da cesta básica no período, com custo médio de R$ 906,14. Em seguida vieram Cuiabá (R$ 880,06), Rio de Janeiro (R$ 879,03) e Florianópolis (R$ 847,26).

Já os menores custos foram registrados em Aracaju (R$ 619,32), São Luís (R$ 639,24), Maceió (R$ 652,94) e Porto Velho (R$ 658,35), capitais do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente. Na comparação anual, entre abril de 2025 e abril de 2026, o custo da cesta ficou maior em 18 capitais e menor em outras nove. Com destaque para Cuiabá (9,99%), Salvador (7,14%) e Aracaju (6,79%). Houve, por outro lado, retração nos valores em São Luís (-4,84%) e São Paulo (-0,34%). Ainda assim, como a capital paulista se manteve com cesta mais cara do país, com base em São Paulo o Dieese estimou que, em abril, o salário mínimo necessário para suprir as despesas básicas de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.612,49, o equivalente a 4,70 vezes o mínimo reajustado e vigente de R$ 1.621,00.

O leite integral foi o alimento que aumentou em todas as 27 cidades, entre março e abril. As elevações ficaram entre 1,63%, em Macapá, e 15,70%, em Teresina. Em 12 meses, o preço do leite integral subiu em 14 capitais. Segundo o relatório do Dieese, a redução da oferta no campo, devido à entressafra, elevou os preços dos derivados lácteos. Entre março e abril, o feijão aumentou em 26 cidades. O grão preto, pesquisado nos municípios do Sul, Rio de Janeiro e Vitória, apresentou alta em quase todas essas capitais, com porcentuais entre 3,51%, em Curitiba, e 6,87%, em Florianópolis. Em Vitória, o preço médio não variou. Já a carne bovina subiu em 22 das 27 cidades, com aumentos entre 0,51%, em Porto Alegre, e 4,78%, em Cuiabá. No caso da carne bovina, o Dieese informou que as altas no varejo foram sustentadas pela demanda externa aquecida e pela oferta restrita de animais prontos para abate. Diferentemente, o valor do quilo do café em pó ficou menor em 22 das 27 cidades, com as reduções mais expressivas em Cuiabá, -4,56% e Rio Branco, -3,80%. E a maior alta ocorreu em Manaus (2,36%).

 

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