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GERAL BAHIA

AZAR OU SORTE? Quem tem medo da sexta-feira 13?

“Hoje é sexta-feira, dia internacional da alegria sem motivo, da cerveja, do corte de água, de cana, da pizza, do tira gosto e da média com a patroa!” Assim dizia o radialista, Antonio Araújo, em seus tempos de programas das muitas emissoras de rádios por onde passou em 32 anos de exercício da profissão deixados em segundo plano em 2017 quando decidiu se dedicar ao site RGBAHIA. (Continua depois da publicidade)

Mas, havia sempre um adendo quando esse dia tão especial caia num dia 13 do mês em curso. Os conselhos da Vovó, tão supersticiosa quanto zelosa dos seus netos: “menino não saia de casa levando o pé esquerdo a frente, não passe debaixo de escada, cuidado para não quebrar nenhum espelho e se vir um gato preto, não o deixe atravessar a sua frente. Hoje é dia de azar!”

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Fico imaginando de onde Vovó tirava tanta história de uma simples sexta-feira que por força do calendário caia num dia 13. Então, em homenagem a Vovó Espingardina, vamos entender o porquê de tanta superstição em torno da sexta-feira 13.

Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar. O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se pela tradição, o mais azarado dos dias.

Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia

superstição foi relatada em diversas culturas datadas antes de Cristo então, número 13 tem sido mal interpretado desde há muito tempo. Em algumas culturas ele pode ter sido considerado número de sorte. Não há nenhuma evidência de que o 13 tenha sido considerado um número de azar pelas culturas antigas. Pelo contrário, muitos povos o consideravam um número sagrado. Para os egípcios, a vida era composta por 12 diferentes estágios para que o ser humano alcance o 13º, que era a vida eterna. Dessa forma, o número 13 foi assimilado com a morte, mas não com uma conotação negativa, mas como uma gloriosa transformação. Essa ligação com a morte permaneceu e foi distorcida por outras culturas que nutriam o medo da morte e não a viam como algo presente no destino de qualquer vida.

Existem histórias remontadas também pela mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituídos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos. 

Depois disso tudo, por via das dúvidas, é melhor seguir os conselhos da Vovó! Boa sorte internautas e seguidores do RGBAHIA.

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