REVISTA

GERAL BAHIA

APIMENTANDO A NOVELA – Contrato de convênio das Praças confirma contrapartida financeira mas não fala sobre Prefeitura na obra.

Até
o momento ninguém sabe o nome da empresa ganhadora da licitação para construção
das duas praças que formarão o espaço de alimentação e lazer onde hoje fica a Praça Clériston Andrade. Não existe
informação na placa de identificação da obra,(o que é contra a Lei), e nunca se
viu um veículo ou máquina com emblema (logomarca)
da empresa trabalhando na obra, ou seja:
até o momento apenas a Prefeitura
Municipal de Macarani
com suas máquinas e funcionários é quem está tocando
os serviços.
Desde
a última segunda-feira feira que estamos tentando descobrir o nome da empresa,
entender porque ela não aparece na identificação, o que é contra a Lei e até
tentamos a informação com três pessoas ligadas diretamente a administração,
entre elas o Corregedor Geral do
Município, Edson Ribeiro,
que nos deu a seguinte resposta: 

“Não é tirando onda não, mas neste momento sinto lhe informar
que não me recordo o nome da empresa. Confesso que eu sei, mas assim de cór,
não me ocorre”.
Só para ser justo,
esse questionamento foi feito por telefone as 19h30 na noite de terça-feira (15)
e o Corregedor estava em casa, e portanto fora do expediente.

De lá para cá, tentamos contato com
o responsável pelas licitações, Iranilson
Antunes
, mas infelizmente não conseguimos contato, o que tentamos
inclusive pelo seu número de tel. da operadora
OI,
mas sempre chama e cai na terrível mensagem de OI Recado. Mas continuamos buscando a informação, porque uma hora
dessas a empresa vai ter que assumir a obra para a qual está levando a quantia
de R$ 487.500,00 (quatrocentos e oitenta
e sete mil e quinhentos reais)
cuja primeira parcela já foi liberada e até
agora só a Prefeitura faz jus.

Um detalhe: o contrato firmado
entre o Ministério do Turismo e  a Prefeitura Municipal de Macarani por
intermédio da Caixa Econômica Federal, traz bem claro que a Prefeitura terá que dar um
aporte (contrapartida) de R$ 10.000,00
(dez mil reais)
e nada mais. Não existe um item do contrato que cita a
obrigação da Prefeitura entregar as Praças já no jeitinho da tal empresa
chegar e começar as pavimentações e edificações.

Com certeza no
próximo dia 22
,
a Dra. Neide Reimão, Promotora de Justiça, em reunião
agendada com os comerciantes irá querer entender porque a tal empresa que deveria
estar construindo a obra até hoje não deu as caras. O RGBAHIA
segue buscando informações, que desvendem o desenrolar dos próximos capítulos da
novela: “Fim a Segregação”.

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