E o Prefeito Miller Ferraz, se mostra incapaz de aprender até mesmo as mais simples lições que os três anos e quase quatro meses de administração puderam lhe proporcionar ao longo deste período como gestor. E uma destas regras mais simples diz: “O trabalhador é o maior patrimônio da sua empresa pública ou privada. e seu maior parceiro no desenvolvimento das atividades.”
2019, só para citar o último ano administrativo encerrado, o Prefeito passou o ano todo (todo mesmo), dando calote nos trabalhadores contratados e encerrou o ano devendo até três meses de salários atrasados. Felizmente por muita pressão da Imprensa não oficial, da Câmara De Vereadores e até de servidores concursados como os professores, a regularização foi feita no início do ano e se esperava que 2020, ano eleitoral com o Prefeito buscando a reeleição a situação fosse diferente.
Tem algum mês completo em atraso? Verdade seja dita que não, mas estão atrasados sim porque já estamos no dia 14 de abril e os servidores contratados não receberam seus salários. E olha que reduziu em muito a folha salarial dos contratados cuja maioria foi dispensada, teve seu contrato suspenso por conta da desculpa do coronavírus, ou seja: se tivesse tudo trabalhando não duvidem que o atraso não seria apenas de 15 dias, mas de mês ou meses novamente.
“Acho que esse Prefeito não tem coração, suspendeu nossos contratos, até hoje não pagou e nem mesmo as tais cestas básicas com uma dúzia de ovos no lugar do peixe deu prá gente. Será que ele não pensa que a gente ficar em casa sem emprego e sem comida vai morrer de fome?” Desabafa e questiona um ex-contratado que prestou informações ao RGBAHIA.
E aí a pergunta que não quer calar:o que o Prefeito está fazendo com tanta verba extra que entrou e continua entrando nos cofres da Prefeitura? Semana que vem os Vereadores devem retornar aos trabalhos e caberá a eles questionarem o Prefeito. Falando nisso: existem questões importantes a serem abordadas e assuntos pendentes como a votação das contas do ex-prefeito Armando Porto e também cobrança da presença da Secretária Municipal da Educação, Fabiane Santos, que foi convocada a prestar esclarecimentos sobre a situação dos professores que estavam na iminência de uma greve.