

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) negou as acusações da PGR (Procuradoria-Geral da República) e pediu para que ele seja absolvido na ação do plano de golpe em alegações finais encaminhadas ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quarta-feira (13). Nas alegações, a defesa do ex-presidente pediu a anulação da delação do tenente-coronel Mauro Cid, reconhecimento do cerceamento de defesa, absolvição e, caso seja condenado, tenha afastado os agravantes nos crimes.

O documento tem 197 páginas e é assinado pelo advogado Celso Vilardi e outros cinco defensores. Segundo os advogados, não existem provas que relacionem o ex-presidente ao plano “Punhal Verde e Amarelo” ou aos atos dos kids pretos, da tropa de elite do Exército, nem aos atos de 8 de janeiro de 2023. “Os invasores de 08 de janeiro, por essa narrativa, precisam de um chefe. De um líder. Nem a parcial Polícia Federal enxergou essa liderança. Nenhum dos réus afirmou a existência da liderança do ora peticionário [Bolsonaro], mas a acusação está posta”, frisam.










